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O que é firewall?

Para começar, precisamos relembrar que um firewall é, falando de uma forma bem prática, uma aplicação tecnológica ou um equipamento inserido entre um link de comunicação e um computador. É, como o próprio nome diz, o conceito de uma “barreira de fogo” que impede que softwares maliciosos roubem ou danifiquem os dados sem impedir que eles trafeguem normalmente na rede.

Firewall UTM

Mais recentemente, começaram a surgir no mercado os firewalls do tipo UTM (Unified Threat Management), ou, “gerenciamento unificado de ameaça”, que reúnem não apenas um equipamento ou software, mas todos os recursos necessários para que os dados corporativos tenham integridade e confidencialidade.

Como funciona um firewall?

Agora que nós já retomamos o conceito de firewall, podemos avançar para entender o seu funcionamento. Basicamente, um bom firewall impede que pessoas e aplicações não autorizadas adentrem, visualizem, roubem ou danifiquem os dados.

Ele compara os dados recebidos na rede com o que foi definido como padrão de segurança e faz a liberação ou o bloqueio dos pacotes, conforme o que detectar.

Existem dois tipos de firewall: por hardware ou por software. Vejamos:

Firewall por hardware

Vantajoso nos casos em que a rede possui mais de um computador, este tipo de firewall já vem acoplado aos roteadores e modens de banda larga. É importante verificar se o roteador que você utiliza já vem com firewall, pois ele aumenta a segurança das máquinas que recebem a rede.

Firewall por software

Em cada máquina, é possível configurar permissões e bloqueios conforme o perfil do usuário. Isto é feito por meio de um firewall do tipo software.

Firewall não substitui antivírus  

É importante frisar que o firewall não deve ser utilizado como um substituto do antivírus. Pense no firewall como uma alfândega, que fiscaliza a entrada e saída dos dados em rede, mas que, se por ventura, alguma ameaça conseguir passar pela barreira (especialmente por conta de erros dos usuários) o antivírus irá agir para detectá-la e inativá-la.

Firewalls perdem eficácia com o mau comportamento dos usuários

Dito tudo isso, é muito importante lembrarmos que o comportamento dos usuários é um dos grandes responsáveis pela segurança ou pela insegurança dos dados corporativos. Você se lembra do caso Sony Pictures, quando a maior empresa do show business do mundo teve milhares de arquivos compartilhados na web? Pois é, a conclusão da companhia juntamente com o governo americano é que, além de vulnerabilidades tecnológicas, muitos usuários não tinham cuidados ao utilizar o e-mail corporativo e acabaram servindo como porta de entrada para os malwares (softwares maliciosos).

Ou seja, além de ter um bom firewall para registrar e controlar o uso da internet pelos colaboradores, é importante prepará-los para detectar quando há ameaças (tentativas de plishing no e-mail, por exemplo); não acessar sites ou baixar conteúdos de procedência duvidosos etc. A política de segurança na rede deve ser clara e os usuários devem ser engajados na luta diária contra a vulnerabilidade dos dados.

É um assunto complexo, porém com a ajuda de uma empresa com expertise no assunto, é possível encontrar a melhor solução em firewall, bem como criar uma política de segurança da informação na rede, sob medida para o seu negócio. A conscientização é, sem sombra de dúvidas, o primeiro e importante passo.

 

Fonte: https://beytech.com.br/

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